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Wednesday, September 30, 2009

É, e quando você fica mais apreensiva...


as coisas literalmente acontecem! Eu nem sonhava em conversar tão cedo com eles, foi WONDA! The americans're families much nice and very happy too, are careful and very much funnies...rs
Two beautiful kids, amazing, increditable, great, nice!

I love it, Im very crazy for go out soon...rs

Everything is going to give all right!

Gosh, it blesses me, please, and tks for all!

I believe!

Sunday, September 20, 2009

Só enquanto eu respirar...


Nossa, tem dias que é incrivelmente impossível ficar sem a presença de uma pessoa especial, nada tá bom, tudo te irrita, e depois você descobre que está assim, porque está sentindo a falta da pessoa, e isso te irrita e te deixa mal humorada. Sendo assim, resolvo retribuir o amor e carinho que me devotas...ficar sem você, realmente é foda Pe e realmente difícil, sua falta deixou um buraco enorme em mim e não é simplesmente o costume que eu tinha de te ver diariamente, mas também não poder falar com você todos os dias como de costume, isso me dói muito e ninguém nunca vai tirar essa sua falta de mim...

"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar

Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar

A fé que voce deposita em voce e só...

I love you a looooot, ai ai, minha saudade dói demais!

Poste dedicado também ao parabéns da sua mamãe! Parabéns dona Ana Diniz, tia, mãe, tudo isso! (L)

Thursday, September 17, 2009

Parabéns Le!


Putz, a cabeça da gente falha e muito...acabei esquecendo de postar o aniversário da Le, me perdoa! Foi dia 15/09, o que vale é a intenção...2.0 não se faz todo ano, não é? rsrs

Que Deus te ilumine, abençoe, dê mta saúde do corpo e da alma e cuide de vc todos os dias de sua vida, vc é especial pra mim e sabe disso, e eu amo você, viu?

PARABÉNS!

Le, você foi abençoada? Você tem cavanhaquex? haisdhaiushdiuahisduhiasd

Friday, September 11, 2009

Redação campeã!


A Língua Portuguesa se apresenta como uma das línguas mais difíceis a ser falada e escrita no mundo todo. Eu, cmo boa professora de português que sei que sou, vos apresento uma redação que foi campeã em uma Universidade de Letras, no Nordeste. Isso nos prova a capacidade que nossos alunos tem, só temos, às vezes, é o discernimento correto para perceber esses alunos, que se mostram sábios, dessa forma, escrevendo e nos provando o quanto fomos importante para a capacitação intelectual dele. Aproveite.

Leiam até o final, é muito legal! Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
Boa diversão!

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Muito boa!

Monday, September 7, 2009

September, 7th, 2009 - Independence day of Brazil


HINO NACIONAL BRASILEIRO

Parte I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


Parte II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

que letra linda! Neste dia especial a todos os brasileiros, até os que moram fora de seu país, existe o Brazilian Day, que aconteceu ontem, dia 06 em Nova Iorque e Tóquio e hoje acontece em Toronto, parabéns a todos nós e ano que vem eu estarei sentindo esta saudade do meu país. Saudade que hoje tem foco em uma PEssoa, mas ano que vem terá em várias...

Saturday, September 5, 2009

Ganhar é bom, ganhar da Argentina, não tem preço!


Nem preciso comentar os 3x1 do Brasil em cima da Argentina, as imagens falam melhor que se eu ficar explicando, dá-lhe Brasil!

A noite de ontem, foi sensacional, pessoas que eu amo perto de mim, conheci pessoas novas, dei muita risada e tive uma noite feliz.
Zentin, Eric, Fúlvia, Tom 100freio, Paulo Val, e Keller (que conheci ontem), obrigada, vcs são fodas!

Queria dizer que não estou envolvida, mas sinto falta dele sim! Bem ou mal, a gente acostuma e gosta da pessoa, não é? Mas também, se faltar ou acabar o que nem começou, a recuperação vai ser rápida, se Deus quiser.

Bom domingo para todos nós!

Wednesday, September 2, 2009

99 anos...


Estamos quase no Centenário, esse time tão amado no Brasil e mundialmente, que apesar dos pesares, só nos dá alegrias.
Hoje, a vitória foi estilo Corinthians mesmo, de virada, pra cima do Peixe!

E assim seguiremos, fiéis e apaixonadamente alucinados por este time que é pura emoção e sofrimento.

"Ser corinthiano, é ir além de ser ou não ser o primeiro, ser corinthiano é ser também, um pouco mais brasileiro".